Ouve tempo que sim,
Era desespero
Sonho impossível.
Hoje é um nada
Que me assalta
Leva o fôlego
Sem ter razão de ser.
Poço seco
Que as vezes
Mata a sede
Pela minha insistência.
E sempre-viva
Seca no jardim,
Alivia, mas não sacia.
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